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10/03/2026

“87.545 estupros, 1.492 feminicídios: a epidemia que o país ignora”

“O abuso da jovem de 17 anos em Copacabana expõe a cultura de misoginia e impunidade que assombra o Brasil.”

Precisamos DESPERTAR: a violência contra mulheres está se tornando incontrolável e a impunidade motiva mais crimes.

Uma epidemia silenciosa: Violência contra mulheres.

Os números são brutais: 87.545 estupros e 1.492 feminicídios em 2024 — recordes históricos.
O crime cometido contra a jovem de 17 anos em Copacabana não é exceção, mas o retrato cruel de um país que ainda normaliza a misoginia e a impunidade.

Nos últimos dias, veio à tona a história de uma jovem de 17 anos que, ao confiar no namorado, acabou vítima de um abuso coletivo. 

Esse assunto é uma tragédia anunciada, um alerta para toda a sociedade.
 
Uma adolescente que confiou no namorado foi traída e violentada por um grupo de 4 HOMENS.

Um dos acusados se apresentou com a camiseta ‘Regret Nothing’ (não se arrependa), símbolo de grupos misóginos (ódio às mulheres) que glorificam a violência. Mais grave ainda: o próprio pai desse jovem tem ameaçado e distorcido fatos, quando deveria estar educando o filho para compreender que mulher merece respeito.

Os números são chocantes: em 2024 o Brasil registrou 87.545 estupros, o maior número da história, e 1.492 feminicídios. A maioria das vítimas eram crianças e adolescentes — quase 77% tinham até 14 anos. O fato ocorrido em Copacabana é apenas um entre tantos que ocorrem diariamente, muitos sem sequer chegarem ao conhecimento público.

Muitos desses crimes são filmados e compartilhados, transformando a dor em espetáculo e ampliando o trauma. É urgente vigiar as redes sociais usadas por esses homens, pois nelas se organizam grupos que propagam ódio e violência. E é inaceitável que as grandes plataformas digitais continuem lucrando com esse engajamento, sem assumir responsabilidade. A ganância não pode ser cúmplice da violência.

O Congresso já discute a aprovação da lei contra a misoginia. Precisamos apoiar e exigir que avance, para que o ódio às mulheres seja finalmente reconhecido e punido como crime.

Nossa indignação precisa ser maior do que o cinismo dos agressores, da omissão das famílias e da indiferença das redes sociais.


O caso e seus símbolos

  • Uma adolescente de 17 anos foi vítima de abuso coletivo após confiar no namorado.
  • Um dos acusados se apresentou com a camiseta “no regrets” (“sem arrependimentos”), símbolo de grupos misóginos (ódio às mulheres) que glorificam a violência.
  • O pai desse jovem, em vez de assumir responsabilidade, tem ameaçado e distorcido fatos, reforçando a cultura de impunidade.
  • Famílias têm papel central: educar filhos para compreender que mulher merece respeito é obrigação, não escolha.

Dimensão da violência

  • 87.545 estupros em 2024 — recorde histórico.
  • Quase 77% das vítimas eram crianças e adolescentes até 14 anos.
  • 68% dos crimes ocorreram dentro de casa, mostrando que a violência vem muitas vezes de pessoas próximas.
  • 1.492 feminicídios em 2024, também recorde desde que o crime foi tipificado.
  • A cada hora, 8 mulheres são estupradas no país. 
  • A maioria dos casos envolve agressores conhecidos, o que reforça a traição da confiança - como ocorreu em Copacabana 

Redes sociais e misoginia

  • Esses homens se organizam em grupos online, onde compartilham símbolos, vídeos e discursos de ódio.
  • O absurdo é que muitos crimes são filmados e divulgados, transformando a dor em espetáculo e ampliando o trauma das vítimas.
  • As grandes plataformas digitais lucram com engajamento, mesmo quando esse engajamento vem de conteúdos violentos e misóginos.
  • A falta de responsabilidade das empresas é uma forma de cumplicidade: ganância acima da dignidade humana.

O perigo da exposição

  • Filmar e compartilhar é uma forma de humilhar ainda mais a vítima e reforçar o poder dos agressores.
  • Esses vídeos circulam em redes abertas, não apenas na deep web, mostrando como a violência foi normalizada.
  • Plataformas digitais lucram com engajamento, mesmo quando esse engajamento vem de conteúdos que propagam ódio e violência.
É urgente que haja censura, responsabilização e ação firme contra esses grupos e contra as empresas que lucram com o sofrimento. O Congresso já discute a aprovação da lei contra a misoginia — precisamos apoiar e exigir que ela avance.

“Não podemos aceitar que a violência contra mulheres seja normalizada."

Cada número é uma vida destruída, cada CRIME é um alerta ignorado.
A epidemia da misoginia só terá fim quando nossa indignação se transformar em ação coletiva, firme e inadiável.