16/03/2026

Origem dos "Rabiscos" até os “Doodles” modernos

Doodles: dos rabiscos rupestres ao mindfulness moderno


Estava em busca de Material para compartilhar com vocês, mas toda vez, ou era material pago, ou os arquivos não levam a lugar algum. Infelizmente (ou felizmente) - nunca saberemos, com o advento da IA, não conseguimos mais acessos a tantos materiais gratuitos quanto antigamente. Os Autores intelectuais não disponibilizam tantas coisas, o que faço, quando está oa meu alcance, é facilitar essa busca, e depois do texto, segue abaixo uma lista generosa de Doodles para exercitar à vontade por várias semanas - para Estudos Escolares, Bíblicos, Bullet Journal, dá para divertir-se por praticamente um ano!

Disponibilizo os LINK direto da proprietária e no meu drive... salve e sejam muito, mas muito criativas.

E vamos nós, a um pequeno resumo dessa história que sempre será tema, por curiosidade, pela ajuda que tive nos idos anos de 2020 em plena Pandemia, não vou deixar de ser grata por ter conhecido os Doodles, Caligrafia, Lettering e Zentangle.. não estaria aqui, podendo dividir uma das melhores coisas que eu tenho na vida: a capacidade de desenhar diariamente.


Origem ancestral

Os primeiros rabiscos da humanidade surgem nas paredes das cavernas, como forma de comunicação visual.

Esses registros rupestres funcionavam como linguagem simbólica, transmitindo mensagens sobre caça, rituais e vida cotidiana.
 
Assim, os rabiscos se tornaram a primeira forma de escrita não verbal, base para o que hoje chamamos de doodles.

Evolução e popularização

Idade Moderna: Os Doodles aparecem em margens de manuscritos e cartas, muitas vezes feitos de forma inconsciente.
 
Século XX: Psicólogos começam a estudar os Doodles como expressão criativa e reflexo do inconsciente.
 
Era digital: O termo “Doodle” ganha fama mundial com os Google Doodles, que transformaram rabiscos em arte digital comemorativa, ampliando sua visibilidade global.

Benefícios para saúde mental e bem-estar

Pesquisas científicas mostram que rabiscar não é perda de tempo, mas uma prática com efeitos positivos:
 
Mindfulness: O ato repetitivo e livre de julgamento ajuda a focar no presente, funcionando como meditação ativa.
 
Redução de estresse e ansiedade: Estudos em psicologia apontam que doodles regulam o humor e promovem relaxamento.

Melhora da concentração: Rabiscar durante tarefas monótonas aumenta a atenção e previne distrações.

Memória e aprendizado: Facilita a retenção de informações e simplificação de conceitos complexos.

Criatividade e resolução de problemas: Estimula pensamento divergente e conexões inesperadas.

Referências
Andrade, C. (2010). The therapeutic role of doodling in stress reduction. Journal of Creative Behavior.
Andrade, J. (2009). What does doodling do? Applied Cognitive Psychology, 23(8), 1107–1117.
Kaimal, G., Ray, K., & Muniz, J. (2016). Reduction of cortisol levels and participants’ responses following art making. Art Therapy Journal.
Saude Teu – Benefícios dos doodles para concentração, memória e relaxamento.
Img4You – Psicologia por trás dos doodles e seus efeitos terapêuticos.
Todas essas páginas de rabiscos são PDFs clicáveis para você imprimir e praticar.


Todos os rabiscos são gratuitos apenas para uso pessoal e
não são para uso comercial ou revenda.
De: 
https://www.stonesoupforfive.com/


Ribbon Banners             Sheep and birds              Fish and Sea Things


Fonts 1                           Notebooks & Journals    Frames & Boxes


Page Dividers                 Landscapes                    Bowling pin people


Weather                          Cows and donkeys         Arrows 


Water                              People with movement   1 John


Trees                               Fonts #2                         Weapons and armor


Food                                Summer time                Flowers


Maps and globes             Rocks                             Office supplies


Swirls and flourishes      Drinks and cups              Pigs and goats


More banners                 More people                   Camping


Fonts and footprints        Boats                             10 plagues


Plants                             Fall!                                More people


Chill and relax                Broken                           Skylines


Leaf shapes                    Celebrate!                       Thanksgiving


Old Fashioned                 Christmas
Christmas   








10/03/2026

“87.545 estupros, 1.492 feminicídios: a epidemia que o país ignora”

“O abuso da jovem de 17 anos em Copacabana expõe a cultura de misoginia e impunidade que assombra o Brasil.”

Precisamos DESPERTAR: a violência contra mulheres está se tornando incontrolável e a impunidade motiva mais crimes.

Uma epidemia silenciosa: Violência contra mulheres.

Os números são brutais: 87.545 estupros e 1.492 feminicídios em 2024 — recordes históricos.
O crime cometido contra a jovem de 17 anos em Copacabana não é exceção, mas o retrato cruel de um país que ainda normaliza a misoginia e a impunidade.

Nos últimos dias, veio à tona a história de uma jovem de 17 anos que, ao confiar no namorado, acabou vítima de um abuso coletivo. 

Esse assunto é uma tragédia anunciada, um alerta para toda a sociedade.
 
Uma adolescente que confiou no namorado foi traída e violentada por um grupo de 4 HOMENS.

Um dos acusados se apresentou com a camiseta ‘Regret Nothing’ (não se arrependa), símbolo de grupos misóginos (ódio às mulheres) que glorificam a violência. Mais grave ainda: o próprio pai desse jovem tem ameaçado e distorcido fatos, quando deveria estar educando o filho para compreender que mulher merece respeito.

Os números são chocantes: em 2024 o Brasil registrou 87.545 estupros, o maior número da história, e 1.492 feminicídios. A maioria das vítimas eram crianças e adolescentes — quase 77% tinham até 14 anos. O fato ocorrido em Copacabana é apenas um entre tantos que ocorrem diariamente, muitos sem sequer chegarem ao conhecimento público.

Muitos desses crimes são filmados e compartilhados, transformando a dor em espetáculo e ampliando o trauma. É urgente vigiar as redes sociais usadas por esses homens, pois nelas se organizam grupos que propagam ódio e violência. E é inaceitável que as grandes plataformas digitais continuem lucrando com esse engajamento, sem assumir responsabilidade. A ganância não pode ser cúmplice da violência.

O Congresso já discute a aprovação da lei contra a misoginia. Precisamos apoiar e exigir que avance, para que o ódio às mulheres seja finalmente reconhecido e punido como crime.

Nossa indignação precisa ser maior do que o cinismo dos agressores, da omissão das famílias e da indiferença das redes sociais.


O caso e seus símbolos

  • Uma adolescente de 17 anos foi vítima de abuso coletivo após confiar no namorado.
  • Um dos acusados se apresentou com a camiseta “no regrets” (“sem arrependimentos”), símbolo de grupos misóginos (ódio às mulheres) que glorificam a violência.
  • O pai desse jovem, em vez de assumir responsabilidade, tem ameaçado e distorcido fatos, reforçando a cultura de impunidade.
  • Famílias têm papel central: educar filhos para compreender que mulher merece respeito é obrigação, não escolha.

Dimensão da violência

  • 87.545 estupros em 2024 — recorde histórico.
  • Quase 77% das vítimas eram crianças e adolescentes até 14 anos.
  • 68% dos crimes ocorreram dentro de casa, mostrando que a violência vem muitas vezes de pessoas próximas.
  • 1.492 feminicídios em 2024, também recorde desde que o crime foi tipificado.
  • A cada hora, 8 mulheres são estupradas no país. 
  • A maioria dos casos envolve agressores conhecidos, o que reforça a traição da confiança - como ocorreu em Copacabana 

Redes sociais e misoginia

  • Esses homens se organizam em grupos online, onde compartilham símbolos, vídeos e discursos de ódio.
  • O absurdo é que muitos crimes são filmados e divulgados, transformando a dor em espetáculo e ampliando o trauma das vítimas.
  • As grandes plataformas digitais lucram com engajamento, mesmo quando esse engajamento vem de conteúdos violentos e misóginos.
  • A falta de responsabilidade das empresas é uma forma de cumplicidade: ganância acima da dignidade humana.

O perigo da exposição

  • Filmar e compartilhar é uma forma de humilhar ainda mais a vítima e reforçar o poder dos agressores.
  • Esses vídeos circulam em redes abertas, não apenas na deep web, mostrando como a violência foi normalizada.
  • Plataformas digitais lucram com engajamento, mesmo quando esse engajamento vem de conteúdos que propagam ódio e violência.
É urgente que haja censura, responsabilização e ação firme contra esses grupos e contra as empresas que lucram com o sofrimento. O Congresso já discute a aprovação da lei contra a misoginia — precisamos apoiar e exigir que ela avance.

“Não podemos aceitar que a violência contra mulheres seja normalizada."

Cada número é uma vida destruída, cada CRIME é um alerta ignorado.
A epidemia da misoginia só terá fim quando nossa indignação se transformar em ação coletiva, firme e inadiável.