Enquanto discutimos paredão, mulheres seguem morrendo: o caso de Novo Barreiro
#Agricultora morta no Rio Grande do Sul +1
Não será só mais UMA - Hoje morrerão + 4 mulherese ela pode ser EU ou VOCÊ!!
Ontem, em Novo Barreiro, uma cidade de pouco mais de 4 mil habitantes no norte do Rio Grande do Sul, mais uma mulher foi assassinada pelo próprio companheiro.
"Marlei de Fátima Froelick, 53 anos, é lembrada por amigos e parentes como uma agricultora trabalhadora que adorava os animais (de GZH)..."
Marlei de Fátima Froelick, 53 anos, foi morta a tiros ao abrir o portão da propriedade rural da família. O homem estava escondido na mata e a surpreendeu. Esse foi o 11º feminicídio registrado no estado em 2026 — e ainda estamos em janeiro.
Ela pediu ajuda. O Estado falhou.
#Marlei não foi uma vítima silenciosa. Ela registrou ocorrência, solicitou medida protetiva e a Justiça concedeu a proteção no dia anterior ao crime.
Mas o agressor não havia sido notificado. No dia seguinte, ela foi morta.
Esse detalhe revela uma falha estrutural: não basta reconhecer o feminicídio como crime, é preciso garantir que a proteção chegue a tempo.
A invisibilidade da violência
Casos como o de #Marlei raramente viralizam nas redes. Não ocupam manchetes por dias. Não geram debates nacionais.
A indignação coletiva é seletiva: alguns crimes chocam, outros viram apenas números.
O paredão que ninguém discute
No paredão do #BBB2026, alguém sai da casa.
E o país segue discutindo entretenimento enquanto a cultura da violência contra mulheres permanece intacta.
Até quando vamos aceitar que a vida das mulheres seja tratada como estatística, enquanto o espetáculo ocupa o centro da atenção?
O que deveria estar em alta
- Políticas públicas reais: casas-abrigo, delegacias especializadas, campanhas educativas.
- Discussão sobre cultura machista: que transforma mulheres em alvo de violência e piada.
- Pressão por responsabilização: não apenas dos agressores, mas das plataformas que lucram com o espetáculo.
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