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29/01/2026

Contra a cultura da violência


#Corretora morta em Goiás +1

Não é só mais UMA - Hoje morrerão + 4 mulheres - e ela pode ser EU ou VOCÊ!!

Contra a cultura da violência: do feminicídio ao abuso no entretenimento

O sangue que não vira trending

O assassinato da corretora em Goiás não é um caso isolado. É parte de uma estatística cruel: quatro mulheres assassinadas por dia no Brasil.

São mães, filhas, trabalhadoras, apagadas pela violência que insiste em ser tratada como “tragédia individual”.

A mídia transforma em espetáculo, mas não em debate. O algoritmo prefere #Britney e #BBB, enquanto a vida das mulheres segue invisível.

O abuso ao vivo

No #BBB, milhões de pessoas assistiram a episódios de abuso s3xual e misoginia.
O programa, que deveria ser entretenimento, expôs em horário nobre a cultura que desrespeita mulheres.

E o público reagiu como sempre: indignação momentânea, seguida pela pergunta “quem será eliminado?”.

O abuso virou pauta de fofoca, não de transformação.

A cultura que conecta tudo

O f3minicídio fora das câmeras e o abuso dentro delas são frutos da mesma raiz:

  • Uma sociedade que naturaliza a violência contra mulheres.
  • Plataformas que lucram com o espetáculo, mas silenciam a crítica.
  • Um Estado que falha em proteger, educar e responsabilizar.

A contradição das plataformas

Sites independentes e críticos são desvalorizados e considerados “pobres” em temas e assuntos.

Enquanto isso, páginas com fake news (notícias falsas), misoginia e extremismo são monetizadas e amplificadas.

O resultado é perverso: quem denuncia a violência é silenciado, quem a normaliza ganha audiência e dinheiro.

O que deveria estar em alta

  • Políticas públicas reais: casas-abrigo, delegacias especializadas, campanhas educativas.
  • Discussão sobre cultura machista: que transforma mulheres em alvo de violência e piada.
  • Pressão por responsabilização: não apenas dos agressores, mas das plataformas que lucram com o espetáculo.


#DaianeAlvesSousa
desaparecida por mais de 30 dias (17/12/25)

12 processos judiciais - o que mais precisavam para protegê-la?
Até quando morreremos para entender que não dá mais?
Até QUANDO?

Posso não ser a “melhor pessoa do mundo”. Mas me incomodo, pois fui vítima de vários ABUSOS, e não dá para olhar, ouvir e ver a banalização.

Que esse texto seja lido, não para repetir o espetáculo, mas para denunciar o que o espetáculo esconde.

Enquanto celebridades e reality shows ocupam os holofotes, quatro mulheres morrem por dia.

E eu pergunto: até quando vamos aceitar que a vida das mulheres seja tratada como entretenimento ou estatística?

#FeminicidioÉReal #MisoginiaNão #ViolenciaContraMulheres #TransparenciaAlgoritmo #corretora #caldasnovas #corretoraassassinada 







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