30/01/2026

Mulheres seguem morrendo: o caso de Novo Barreiro/RS

Enquanto discutimos paredão, mulheres seguem morrendo: o caso de Novo Barreiro

#Agricultora morta no Rio Grande do Sul  +1

Não será só mais UMA - Hoje morrerão + 4 mulheres
e ela pode ser EU ou VOCÊ!!

Ontem, em Novo Barreiro, uma cidade de pouco mais de 4 mil habitantes no norte do Rio Grande do Sul, mais uma mulher foi assassinada pelo próprio companheiro.

"Marlei de Fátima Froelick, 53 anos, é lembrada por amigos e parentes como uma agricultora trabalhadora que adorava os animais (de GZH)..."

Marlei de Fátima Froelick, 53 anos, foi morta a tiros ao abrir o portão da propriedade rural da família. O homem estava escondido na mata e a surpreendeu. Esse foi o 11º feminicídio registrado no estado em 2026 — e ainda estamos em janeiro.

Ela pediu ajuda. O Estado falhou.

#Marlei não foi uma vítima silenciosa. Ela registrou ocorrência, solicitou medida protetiva e a Justiça concedeu a proteção no dia anterior ao crime.
Mas o agressor não havia sido notificado. No dia seguinte, ela foi morta.
Esse detalhe revela uma falha estrutural: não basta reconhecer o feminicídio como crime, é preciso garantir que a proteção chegue a tempo.

A invisibilidade da violência

Casos como o de #Marlei raramente viralizam nas redes. Não ocupam manchetes por dias. Não geram debates nacionais.

A indignação coletiva é seletiva: alguns crimes chocam, outros viram apenas números.

Essa invisibilidade é também uma forma de violência.

O paredão que ninguém discute

No paredão do #BBB2026, alguém sai da casa.


No paredão da vida real, mulheres saem da vida.

E o país segue discutindo entretenimento enquanto a cultura da violência contra mulheres permanece intacta.

Até quando vamos aceitar que a vida das mulheres seja tratada como estatística, enquanto o espetáculo ocupa o centro da atenção?

Até quando vamos tolerar que medidas protetivas sejam apenas papel, sem eficácia real?


O que deveria estar em alta

#FeminicidioÉReal #MisoginiaNão #ViolenciaContraMulheres #TransparenciaAlgoritmo #agricultora #riograndedosul #RS #mulherassassinada #EduardoLeite #NãoÉCasoIsolado #ContraAViolência #ParedaoBBB #FalhaDoSistema #Basta





29/01/2026

Contra a cultura da violência


#Corretora morta em Goiás +1

Não é só mais UMA - Hoje morrerão + 4 mulheres - e ela pode ser EU ou VOCÊ!!

Contra a cultura da violência: do feminicídio ao abuso no entretenimento

O sangue que não vira trending

O assassinato da corretora em Goiás não é um caso isolado. É parte de uma estatística cruel: quatro mulheres assassinadas por dia no Brasil.

São mães, filhas, trabalhadoras, apagadas pela violência que insiste em ser tratada como “tragédia individual”.

A mídia transforma em espetáculo, mas não em debate. O algoritmo prefere #Britney e #BBB, enquanto a vida das mulheres segue invisível.

O abuso ao vivo

No #BBB, milhões de pessoas assistiram a episódios de abuso s3xual e misoginia.
O programa, que deveria ser entretenimento, expôs em horário nobre a cultura que desrespeita mulheres.

E o público reagiu como sempre: indignação momentânea, seguida pela pergunta “quem será eliminado?”.

O abuso virou pauta de fofoca, não de transformação.

A cultura que conecta tudo

O f3minicídio fora das câmeras e o abuso dentro delas são frutos da mesma raiz:

  • Uma sociedade que naturaliza a violência contra mulheres.
  • Plataformas que lucram com o espetáculo, mas silenciam a crítica.
  • Um Estado que falha em proteger, educar e responsabilizar.

A contradição das plataformas

Sites independentes e críticos são desvalorizados e considerados “pobres” em temas e assuntos.

Enquanto isso, páginas com fake news (notícias falsas), misoginia e extremismo são monetizadas e amplificadas.

O resultado é perverso: quem denuncia a violência é silenciado, quem a normaliza ganha audiência e dinheiro.

O que deveria estar em alta

  • Políticas públicas reais: casas-abrigo, delegacias especializadas, campanhas educativas.
  • Discussão sobre cultura machista: que transforma mulheres em alvo de violência e piada.
  • Pressão por responsabilização: não apenas dos agressores, mas das plataformas que lucram com o espetáculo.


#DaianeAlvesSousa
desaparecida por mais de 30 dias (17/12/25)

12 processos judiciais - o que mais precisavam para protegê-la?
Até quando morreremos para entender que não dá mais?
Até QUANDO?

Posso não ser a “melhor pessoa do mundo”. Mas me incomodo, pois fui vítima de vários ABUSOS, e não dá para olhar, ouvir e ver a banalização.

Que esse texto seja lido, não para repetir o espetáculo, mas para denunciar o que o espetáculo esconde.

Enquanto celebridades e reality shows ocupam os holofotes, quatro mulheres morrem por dia.

E eu pergunto: até quando vamos aceitar que a vida das mulheres seja tratada como entretenimento ou estatística?

#FeminicidioÉReal #MisoginiaNão #ViolenciaContraMulheres #TransparenciaAlgoritmo #corretora #caldasnovas #corretoraassassinada 







23/01/2026

Desafio #7F5R - Dias 12 a 31 de Janeiro

Boa tarde Pessoal!

 Desafio #7F5R - Dias 12 a 31 de Janeiro.

Sim, já terminei o Desafio de Janeiro: 

Fiz no Calendário Genérico e depois nos selos. No calendário não ficou "do meu gosto" - já no selo "me apaixonei".

Se decidirem "desenhar", o Zentangle é um bom início - não é difícil, você cria pequenas peças que são suas obras primas.


Não tenha medo de pegar sua caneta preta (esferográfica já é um começo), uma folha com quadrados.. coloquei algumas para se divertirem e escolher um padrão - o meu primeiro foi o CADENT..

 e se eu fosse pessimista, teria desistido.. 

12 ao 25
26 a 31


Bom fim de semana!

21/01/2026

Desafio #7F5R - Dias 12 ao 25


Boa Tarde Pessoal!

Mais um pouco do que é fazer Fragmentos - aproveitei com as formas de selos, e os considerei "retículos".

Não há muito o que dizer... só observar como traços são tão interessantes.

Em relação às Imagens é só aumentar e observar detalhes...

Até o restante do desafio

Boa Semana!!!!