02/02/2026

Feminicídios no Brasil: números alarmantes e tragédias recentes

Feminicídios no Brasil: números alarmantes e tragédias recentes

#Nicole Mercer Merheje Morta na Cidade de São Paulo +1
Imagem Linkedin

Não será só mais UMA - Hoje pode morrer + 4 mulheres
e ela pode ser EU ou VOCÊ!!

O início de 2026 já expõe a dura realidade da violência de gênero no Brasil. Os Feminicídios seguem em alta, com registros em diversos estados e histórias que chocam pela brutalidade e pelo impacto social.


📊 Levantamento Nacional

  • 2025 encerrou com 1.470 mulheres mortas por Feminicídio, o maior número já registrado.
  • Entre 2020 e 2025, foram 8.557 vítimas.
  • Estados como São Paulo, Alagoas, Pernambuco e Paraíba ainda não consolidaram os dados de dezembro, o que pode elevar os números.
  • Em muitos casos, os autores são companheiros ou ex-companheiros, motivados por ciúmes ou pela não aceitação do término.

Rio Grande do Sul

  • Janeiro de 2026 já contabiliza 10 feminicídios confirmados.
  • Mais de 30 tentativas foram registradas apenas nos primeiros 26 dias do ano.
  • As vítimas, em sua maioria, tinham entre 15 e 59 anos, muitas delas mães.

Caso em São Paulo

No último fim de semana, uma tragédia ganhou destaque nacional:

  • Uma mulher de 34 anos foi encontrada morta em seu apartamento na Zona Sul de São Paulo.

  • Ao lado do corpo, estava sua filha de 2 anos, desidratada e com sinais de agressão.

  • O principal suspeito é o ex-companheiro da vítima, que está foragido.

  •  Ele possui um histórico extenso de violência doméstica, com acusações feitas por outras duas mulheres em 2023 e 2024, tendo chegado a ser preso em uma das ocasiões.

  • A vítima havia registrado boletim de ocorrência contra ele em outubro de 2025

  • A Polícia Civil trata o caso como feminicídio, reforçando o padrão recorrente de violência doméstica.

📰 Detalhes do Caso

  • Local: Zona Sul de São Paulo.
  • Data: manhã de domingo, 1º de fevereiro de 2026.
  • VítimaNicole Mercer Merheje, mulher de 34 anos, encontrada morta dentro do apartamento.
  • Criança: filha de 2 anos, localizada ao lado do corpo, apresentava sinais de agressão, desidratação e indícios de abuso.
  • Suspeito: ex-companheiro da vítima, apontado como principal responsável, está foragido.
  • Investigação: conduzida pela Polícia Civil, que trata o caso como feminicídio e violência doméstica.


Impacto Social

O feminicídio não afeta apenas as mulheres diretamente vitimadas. Crianças, familiares e comunidades inteiras ficam marcados por traumas e pelo abandono. O caso em São Paulo é um retrato cruel dessa realidade: uma criança exposta à violência e ao desamparo, consequência direta da falta de proteção eficaz.


Reflexão e Chamado à Ação

Os números e casos recentes reforçam a urgência de políticas públicas de prevenção, acolhimento e resposta rápida às denúncias. O feminicídio é um crime de gênero que escancara desigualdades estruturais e exige ação imediata da sociedade e das autoridades.

Não podemos naturalizar esses números. Cada estatística representa uma vida interrompida, uma família destruída, uma criança órfã. É preciso:

  • Fortalecer canais de denúncia e garantir proteção imediata às vítimas.
  • Investir em políticas de prevenção e educação para combater a cultura machista que sustenta essa violência.
  • Mobilizar a sociedade: vizinhos, amigos e familiares têm papel fundamental em não se calar diante de sinais de abuso.

O feminicídio é uma ferida aberta no Brasil. E só será cicatrizada quando houver compromisso coletivo em proteger mulheres e crianças, garantindo que histórias como a da mãe encontrada morta em São Paulo não se repitam.

Até quando vamos aceitar que a vida das mulheres seja tratada como estatística?

Até quando vamos tolerar que medidas protetivas sejam apenas papel, sem eficácia real?

O que deveria estar em alta

#FeminicidioÉReal #MisoginiaNão #ViolenciaContraMulheres #TransparenciaAlgoritmo #mulherassassinada #NãoÉCasoIsolado #ContraAViolência  #FalhaDoSistema #JustiçaporNicole #Basta


30/01/2026

Mulheres seguem morrendo: o caso de Novo Barreiro/RS

Enquanto discutimos paredão, mulheres seguem morrendo: o caso de Novo Barreiro

#Agricultora morta no Rio Grande do Sul  +1

Não será só mais UMA - Hoje morrerão + 4 mulheres
e ela pode ser EU ou VOCÊ!!

Ontem, em Novo Barreiro, uma cidade de pouco mais de 4 mil habitantes no norte do Rio Grande do Sul, mais uma mulher foi assassinada pelo próprio companheiro.

"Marlei de Fátima Froelick, 53 anos, é lembrada por amigos e parentes como uma agricultora trabalhadora que adorava os animais (de GZH)..."

Marlei de Fátima Froelick, 53 anos, foi morta a tiros ao abrir o portão da propriedade rural da família. O homem estava escondido na mata e a surpreendeu. Esse foi o 11º feminicídio registrado no estado em 2026 — e ainda estamos em janeiro.

Ela pediu ajuda. O Estado falhou.

#Marlei não foi uma vítima silenciosa. Ela registrou ocorrência, solicitou medida protetiva e a Justiça concedeu a proteção no dia anterior ao crime.
Mas o agressor não havia sido notificado. No dia seguinte, ela foi morta.
Esse detalhe revela uma falha estrutural: não basta reconhecer o feminicídio como crime, é preciso garantir que a proteção chegue a tempo.

A invisibilidade da violência

Casos como o de #Marlei raramente viralizam nas redes. Não ocupam manchetes por dias. Não geram debates nacionais.

A indignação coletiva é seletiva: alguns crimes chocam, outros viram apenas números.

Essa invisibilidade é também uma forma de violência.

O paredão que ninguém discute

No paredão do #BBB2026, alguém sai da casa.


No paredão da vida real, mulheres saem da vida.

E o país segue discutindo entretenimento enquanto a cultura da violência contra mulheres permanece intacta.

Até quando vamos aceitar que a vida das mulheres seja tratada como estatística, enquanto o espetáculo ocupa o centro da atenção?

Até quando vamos tolerar que medidas protetivas sejam apenas papel, sem eficácia real?


O que deveria estar em alta

#FeminicidioÉReal #MisoginiaNão #ViolenciaContraMulheres #TransparenciaAlgoritmo #agricultora #riograndedosul #RS #mulherassassinada #EduardoLeite #NãoÉCasoIsolado #ContraAViolência #ParedaoBBB #FalhaDoSistema #Basta





29/01/2026

Contra a cultura da violência


#Corretora morta em Goiás +1

Não é só mais UMA - Hoje morrerão + 4 mulheres - e ela pode ser EU ou VOCÊ!!

Contra a cultura da violência: do feminicídio ao abuso no entretenimento

O sangue que não vira trending

O assassinato da corretora em Goiás não é um caso isolado. É parte de uma estatística cruel: quatro mulheres assassinadas por dia no Brasil.

São mães, filhas, trabalhadoras, apagadas pela violência que insiste em ser tratada como “tragédia individual”.

A mídia transforma em espetáculo, mas não em debate. O algoritmo prefere #Britney e #BBB, enquanto a vida das mulheres segue invisível.

O abuso ao vivo

No #BBB, milhões de pessoas assistiram a episódios de abuso s3xual e misoginia.
O programa, que deveria ser entretenimento, expôs em horário nobre a cultura que desrespeita mulheres.

E o público reagiu como sempre: indignação momentânea, seguida pela pergunta “quem será eliminado?”.

O abuso virou pauta de fofoca, não de transformação.

A cultura que conecta tudo

O f3minicídio fora das câmeras e o abuso dentro delas são frutos da mesma raiz:

  • Uma sociedade que naturaliza a violência contra mulheres.
  • Plataformas que lucram com o espetáculo, mas silenciam a crítica.
  • Um Estado que falha em proteger, educar e responsabilizar.

A contradição das plataformas

Sites independentes e críticos são desvalorizados e considerados “pobres” em temas e assuntos.

Enquanto isso, páginas com fake news (notícias falsas), misoginia e extremismo são monetizadas e amplificadas.

O resultado é perverso: quem denuncia a violência é silenciado, quem a normaliza ganha audiência e dinheiro.

O que deveria estar em alta

  • Políticas públicas reais: casas-abrigo, delegacias especializadas, campanhas educativas.
  • Discussão sobre cultura machista: que transforma mulheres em alvo de violência e piada.
  • Pressão por responsabilização: não apenas dos agressores, mas das plataformas que lucram com o espetáculo.


#DaianeAlvesSousa
desaparecida por mais de 30 dias (17/12/25)

12 processos judiciais - o que mais precisavam para protegê-la?
Até quando morreremos para entender que não dá mais?
Até QUANDO?

Posso não ser a “melhor pessoa do mundo”. Mas me incomodo, pois fui vítima de vários ABUSOS, e não dá para olhar, ouvir e ver a banalização.

Que esse texto seja lido, não para repetir o espetáculo, mas para denunciar o que o espetáculo esconde.

Enquanto celebridades e reality shows ocupam os holofotes, quatro mulheres morrem por dia.

E eu pergunto: até quando vamos aceitar que a vida das mulheres seja tratada como entretenimento ou estatística?

#FeminicidioÉReal #MisoginiaNão #ViolenciaContraMulheres #TransparenciaAlgoritmo #corretora #caldasnovas #corretoraassassinada 







23/01/2026

Desafio #7F5R - Dias 12 a 31 de Janeiro

Boa tarde Pessoal!

 Desafio #7F5R - Dias 12 a 31 de Janeiro.

Sim, já terminei o Desafio de Janeiro: 

Fiz no Calendário Genérico e depois nos selos. No calendário não ficou "do meu gosto" - já no selo "me apaixonei".

Se decidirem "desenhar", o Zentangle é um bom início - não é difícil, você cria pequenas peças que são suas obras primas.


Não tenha medo de pegar sua caneta preta (esferográfica já é um começo), uma folha com quadrados.. coloquei algumas para se divertirem e escolher um padrão - o meu primeiro foi o CADENT..

 e se eu fosse pessimista, teria desistido.. 

12 ao 25
26 a 31


Bom fim de semana!