01/03/2023

Álbum de Viagem! - São Paulo Capital

Anjo e Eu testando Selfie


 Bom dia Caríssimos leitores e leitoras!

Nem sempre posto imagens ou fotos de viagens, mas me apaixonei tanto pelo MASP que quero compartilhar algumas fotos que tirei em São Paulo!

Não sou de fotografar muito e até faço algumas viagens interessantes, vou ver se abro mais essa TAG por aqui, pois vale a pena documentar por onde passamos em nossa pequena jornada da vida!


MASP















CENTRO VELHO











Eu no Mercadão de São Paulo:






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Resenha: Um sopro de neve e cinzas (Outlander #6 - Diana Gabaldon)

Um sopro de neve e cinzas Um sopro de neve e cinzas by Diana Gabaldon
My rating: 5 of 5 stars



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Esse livro é extenso, conta tantos detalhes do Romance, que poderia ser o primeiro livro pra quem quer conhecer a História de Claire e Jamie.. 

Achei que leria em 15 dias, mas passei de 1 mês... mas valeu a pena.

Como já assumi que não sou boa em resenhas, escolhi a Resenha feita Por Tuísa Sampaio, na qual já nos avisa que contém Spoillers:


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Resenha com Spoillers:

Claire e Jamie. Brianna e Roger. Jovem Ian e Rollo. As aventuras dessa família e de vários outros personagens continuam nesse sexto romance da série Outlander, Um Sopro de Neve e Cinzas (título original: A Breath of snow and ashes). O ano inicial é de 1773, o livro, dividido em um prólogo, doze partes e dois epílogos, tem como abertura o momento em que Jovem Ian escuta um grupo de homens passando próximo ao local onde estava na floresta e precisa se esconder, levando-o a ter uma conversa com Deus, e o encontro dos Frasers com uma cabana queimada cheia de cadáveres em algum lugar da colina. Quando retornam à sua casa, uma reunião com o Major Macdonald os aguarda, trazendo notícias de novos colonos escoceses e um convite para Jamie tornar-se um agente entre os índios.

Como em todo romance dessa série, novos personagens surgem e dentre eles está Bobby Higgins, enviado com uma carta para Jamie por Lorde John, Bobby havia sido marcado como assassino no rosto, condenação que Lorde John considerava injusta. Infelizmente, Bobby é ameaçado pelos Browns e seu comitê de segurança que não acreditam em sua inocência e não querem um homicida nas redondezas, ansiosos por mostrar efetividade em suas ações. A decisão de Jamie de tornar-se um agente indigenista, então, apesar dos possíveis riscos, ocorre justamente para impedir que Richard Brown o seja. Tentando descobrir mais sobre a guerra que está por vir, Jamie conversa com Roger sobre o que ele sabe que vai acontecer, o que o leva a lembrar-se de uma vidente que conhecera em Paris e que havia lhe dito que ele iria morrer nove vezes antes de ir para o túmulo. Essa previsão é uma quem vem levantando discussões nos fóruns de fãs de quais seriam as mortes de Jamie e em qual vida ele estaria. Como já vimos e também como Claire conclui, Jamie Fraser não é um homem fácil de se matar.

Dentre as trocas de correspondências entre Lorde John e os Fraser, Brianna recebe fósforo, uma substância que havia requisitado ao amigo, para que pudesse fabricar palitos de fósforo, facilitando assim o processo de acender qualquer fogo que fosse necessário. Um dos pontos que eu gosto muito em Brianna é esse seu lado “inventora/construtora”. Ela consegue facilmente trazer seus conhecimentos de química e física do século XX, além de sua habilidade com desenho para melhorar a sua vida e de toda a sua família, mesmo que isso a faça ser vista como “estranha” pelas pessoas das redondezas. Um exemplo, além dos fósforos, é sua tentativa de fazer Robin McGillivray montar as armas que ela havia desenhado, conhecimento incomum até para meninas de sua época. Ela mostra seu lado progressista com orgulho e (na maioria das vezes) não dá ouvido aos comentários maldosos. Obviamente, isso vem um pouco de Claire, entretanto, as “inovações” trazidas por Claire ao século XVIII, são no geral, relacionadas à medicina, como a sua produção de penicilina que se inicia em Tambores do Outono e as tentativas da criação de éter em Um sopro de Neve e Cinzas para poder adormecer os pacientes em quem precisa realizar cirurgias, como a de apendicite que ela faz em Aidan McCallum. Também não é possível deixar de lado a influência que o conhecimento de Frank sobre a volta de Claire ao passado fez com que ele ensinasse coisas incomuns à sua filha para uma mocinha da cidade dos anos 60- com receio que ela também viajasse- como andar a cavalo e atirar. Brianna é uma mulher bastante independente, assim como sua mãe e isso ao longo desse livro, acaba influenciando seu casamento com Roger, que não é tão moderno quanto Jamie, no quesito adaptar-se à individualidade de sua esposa. Eu entendo que a diferença maior é que para Brianna foi muito mais fácil encaixar-se no dia a dia de Fraser’s Ridge do que para ele, e isso faz com que ele se sinta inútil diante dela, enquanto Jamie nunca enfrentou esse problema. O desejo de Roger de tornar-se ministro finda por lhe dar um propósito que facilita a comunicação entre o casal, pois permite a Roger encontrar sua própria independência e sentir-se mais útil dentro de sua comunidade. Brianna mostra à lealdade que tem ao marido estando pronta para apoiá-lo em sua escolha de carreira e se dispondo a ajudar no que for preciso para que ele seja bem-sucedido.

Esse é um livro que mostra, assim como a Cruz de Fogo, muito da comunidade dos Frasers, entretanto com mais ação e sem a monotonia do romance anterior. Nele, Claire vai conseguir uma nova aprendiz e assistente em Malva Christie- com quem cria um carinho, para depois ser traída de uma forma covarde, levantando dúvidas acerca da lealdade de Jamie - e um paciente extremamente teimoso em seu pai- que se revelará leal à Claire e aos sentimentos que havia escondido dela, em busca de salvá-la de uma sentença injusta por um crime que a Sra. Fraser não havia cometido. Três dos acontecimentos principais do enredo cada vez mais intricado são o sequestro de Claire por uma gangue - onde ela finda por encontrar outro viajante do tempo-mais à frente; o de Brianna, por Stephen Bonnet e o momento em que toda a família aguarda o suposto incêndio que deveria matar Jamie e Claire, mas que não ocorre na data prevista no jornal, e sim tempos depois, tendo todos os presentes –Jamie e Claire inclusive- saído com vida, mas resultando na destruição de sua casa. Jamie, ademais, tem que lidar com a decisão de virar um rebelde, pois ele sabe que a guerra será ganha por eles, mas qual seria o momento certo para se declarar? E a descoberta da verdadeira paternidade de Jemmy, além de uma nova gestação de Brianna estão entre os pontos de destaque dos enredos dos Frasers e Mackenzies.

O crescente companheirismo entre Jamie e Roger também chama atenção. Quando se conhecem em Os Tambores do Outono, a inimizade causada pelo mal-entendido da identidade de Roger faz com que mesmo com devidas emendas realizadas, eles dois não se deem lá muito bem. Ao longo dos livros seguintes, eles vão gradativamente tornando-se parceiros e confidentes. Em Um sopro de Neve e Cinzas, ambos aconselham-se quando necessário e uma relação de pai e filho vai se materializando em suas devidas proporções, mais ligada ainda quando se unem para resgatar Brianna, o laço de lealdade que os une.

O nascimento do quarto filho de Fergus e Marsali traz momentos de conflito dentro da comunidade, sendo ele um anão, em um assentamento de pessoas interioranas e supersticiosas, medo e preconceito afloram. E assim cada vez mais os Frasers se ligam para proteger uns aos outros. Como em todo livro dessa série, Diana escolheu uma palavra para ser tema e em Um Sopro de Neve e Cinzas foi lealdade. Sobrevivência seria um sub-tema que ela quase usou como definição, mas a lealdade ainda estava acima, por isso que ao longo do texto venho destacando esses dois pontos. Acredito que ambos estejam fortemente interligados pelo livro. O pequeno Henri-Christian, filho caçula de Fergus e Marsali tem a lealdade de seus pais e outros membros de sua família, mas precisa lutar para sobreviver dentro de Fraser’s Ridge. Fergus sente que não pode ser o homem que eles precisam, em uma área onde o modo de vida é a agricultura e ele tem apenas uma mão, o desespero então o domina. A saída para a sobrevivência da família será um trabalho na cidade, onde há menos preconceito e Fergus poderá realizar o ofício de tipógrafo.

Lizzie é uma personagem com um desenrolar de acontecimentos peculiares neste livro. E quando digo que o romance fica cada vez mais intricado (e a meu ver isso vem acontecendo ao longo dos livros, principalmente a partir de Tambores do Outono) é porque mesmo com a maioria das cenas sendo de Jamie e Claire ou relacionadas a eles, tramas paralelas fortes surgem. Em Um Sopro de Neve e Cinzas, além da história de Roger e Brianna que caminha quase em pé de igualdade com Jamie e Claire, são muito presentes em determinados momentos da trama, a de Fergus e Marsali, Ian e a luta para superar seu passado com os Mohawks e o romance de Lizzie com os gêmeos Beardsleys, que choca Fraser’s ridge, pelo conceito de poliamor não ser um conhecido no século XVIII.

O nascimento da filha de Roger e Brianna, Mandy, faz com que eles tenham que tomar a decisão de voltar ao século XX, uma vez que a menina precisa de uma cirurgia cardíaca para sobreviver, a qual Claire não tinha condições de realizar no tempo em que estavam e com os recursos que tinham. Com a partida dos Mackenzies e a destruição da casa dos Frasers, Claire e Jamie decidem voltar à Escócia para trazer a prensa de Jamie para as treze Colônias e entrar na luta da revolução americana. Na conclusão do livro, temos um relance da vida de Roger, Brianna e seus filhos em Lallybroch, onde se estabeleceram- no século XX- e a explicação de como a data foi escrita errada no jornal que anunciou a morte equivocada de Jamie e Claire.                                              

Dentre as referências literárias que podem ser encontradas no livro, está o título da quinta parte “Great Unexpectations” (Grandes Inesperanças), a qual provavelmente relaciona-se com o título de Charles Dickens “Great Expectations” (em português: Grandes Esperanças). Não é à toa que Dickens foi um dos autores a quem Gabaldon dedicou o livro. Eu já comentei em resenhas anteriores, mas ao longo da série existem várias referências literárias e citações. Muito comum além de quotes bíblicos, são também os de Shakespeare, principalmente Hamlet e O mercador de Veneza. Infelizmente, como a maioria deles não é referenciado em uma nota de rodapé ou no próprio texto- e as inúmeras traduções do dramaturgo britânico também dificultam o reconhecimento- é difícil para o leitor encontrar todas.

Uma curiosidade acerca da parte histórica dos livros de Outlander é que os nomes dos governadores da Carolina do Norte que aparecem desde Tambores foram mantidos, e eles realmente existiram. Pode parecer obvio para alguns, mas eu imaginei que William Tryon e Josiah Martin fossem invenção da cabeça de Diana, porém sua pesquisa histórica nunca decepciona, e até onde eu vi todos os chefes de milícias citados nos livros (coronéis, capitães e etc...) também são reais. Certamente, o comportamento deles diante dos Frasers foi realmente obra da criatividade da autora, mas seus atos históricos, não. Josiah Martin, que aparece em Um Sopro de Neve e Cinzas, foi o último governador da Carolina do Norte antes da revolução americana. Outro personagem histórico importante a fazer aparição em Um sopro de Neve e Cinzas foi Flora McDonald (especificamente em uma recepção em River Run), famosa por ter ajudado o príncipe Charles Stuart a fugir disfarçado de mulher após a derrota na batalha de Culloden.

Em um livro no qual lealdade e sobrevivência se entrelaçam, uma mente estratégica como a de Jamie Fraser é extremamente poderosa. É graças a ele que muitos dos conflitos são solucionados. A sua lealdade para com Claire e para com a sua família é absolutamente admirável, mas sempre esperada. Lindo foi também ver relances da sempre presente lealdade de Lorde John para com seu amigo Jamie em suas trocas de cartas em meio à guerra iminente, a qual pretende testar os laços que os unem. Com a Revolução Americana cada vez mais próxima, essas lealdades devem ser mais expostas e as tensões irão aumentar. Um Sopro de Neve e Cinzas é um livro forte e cheio de ação, mas também repleto de amor e respeito aos laços familiares e às escolhas que precisamos fazer para sobreviver, sabendo dosar na medida certa a calmaria do dia a dia do assentamento, com os embates que a disturbam.

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31/01/2023

Bom dia, Boa Terça!

 

Bom dia e Boa Terça!

Como sabem, estou em uma fase (que preciso que seja para sempre) de monitorar minhas refeições e exercícios, em resumo em REEDUCAÇÃO ALIMENTAR e em busca de me movimentar.

Apesar de ser uma das fases que mais dominam minha vida (afinal sou obesa), não trato do assunto nesse BLOG, pelos motivos óbvios, aqui prefiro falar de livros, sonhos e desabafos emocionais....

Apesar de se sondarem direitinho não é um blog muito "emocional", ele diz muito de mim e de realizações de sonhos, nem sempre narrados.. 

Por exemplo? Hoje posso ler sem me proibirem, sem ter que explicar porque leio. 
Não, eu não tinha liberdade de ler o que queria até meus 24 anos. Sempre havia uma crítica, uma troça.. não vale a pena reproduzir frases de pessoas simples e outras ignorantes.

Ler para mim é libertar minha alma, é viajar com os personagens, me assustar com as sombras, me apaixonar - enfim, tudo aquilo que a leitura nos trás e quem não lê não sabe e não entende.

Faz um tempinho que não faço resenha, pois estou lendo o Livro 06 de Outlander - Um Sopro de Neves e Cinzas

.
Vocês sabem que é um livro com 1800 páginas e eu "ouço" no Edge - sim, escolho a voz da Francisca e curto minha leitura enquanto trabalho - sério - foi a melhor coisa que a Microsoft fez em toda a minha vida de uso de Windows.

Ao começar a usar, precisa de uns pequenos truques:
- Pausar de vez em quando para salvar a leitura
- Ao parar a leitura, anote uma palavra para pesquisar caso a página volte ao início do livro
- Não se consegue pesquisar páginas, mas somente palavras

Outra ferramenta muito útil para leituras de grandes volumes está lá no GOODREADS:


- Você insere o livro ou livros em sua lista de leitura
e
- Faz um registro do seu progresso, como podem ver, ontem (30/01) li até a página 521. 

Minha programação era ler um livro OUTLANDER em 15 dias e seguir minhas metas com os livros de Agatha Christie e o Desafio de Leitura de 2023 - que será uma média de 52 livros.

Apesar de estar faltando um da AC (planejava ler a dica do site oficial), nada atropela esse projeto. 

Não precisa ser um planejamento perfeito, mas algo que funcione e me dê prazer em ler, não é uma corrida... 

Às vezes vejo algumas pessoas com metas de 150 ou mais livros e fico encasquetada, leio no trabalho, uma média de 6 horas de áudio e li 66 no ano passado, pois coloquei uns livrinhos de banca para fazer o desafio tema do Advento de 2022.

E já fiquei pra lá de feliz em cumprir pelo menos uma meta de 1 livro por semana, tá bom pra mim... e para quem quer se desafiar, pense em algo bem simples que lhe dê prazer e não algo para competir!
Bem, por hoje é isso e até a próxima!







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17/01/2023

Review: Uma Dose Mortal - Agatha Christie

 Uma Dose Mortal Uma Dose Mortal by Agatha Christie
My rating: 5 of 5 stars



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AGATHA CHRISTIE NA AMAZON: LIVROS


Boa Tarde e boa semaninha!

Sem muita inspiração para papear, mas escolhi uma ótima resenha de outra fã de AC!

Como estou na fase "quero ser magra" também, para não falar muito do tema por aqui posto no outro BLOG... meu blog light - 👀

Até a próxima leitura, que adianto: Outlander 6 - 1803 páginas - bora que esse desafio ainda nem começou.... 😜
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RESENHA: Uma Dose Mortal

“É como se a morte tivesse escolhido, da forma mais tosca, o homem errado. O grego misterioso, o banqueiro rico, o detetive famoso...como seria natural se um deles tivesse sido baleado.” (CHRISTIE, pag. 31, 2011)

Em uma manhã como qualquer outra, Hercule Poirot enfrenta o seu medo e vai ao dentista. O que o detetive não sabia era que ele seria um dos últimos pacientes a ser atendido pelo Dr.Morley que, poucas horas depois, estaria morto em seu próprio consultório. Aparentemente a causa da morte fora suicídio, mas parece muito difícil de acreditar que ele tenha mesmo feito isso. Mas então, quem teria motivos para matar Morley? Fora ele pego em meio ao atentado de uma figura poderosa ou teria sido vítima de um inimigo pessoal? E ainda, que fim levara uma de suas pacientes que também consultara com ele no dia de sua morte e depois desaparecera? Essas são algumas das perguntas desta trama de Agatha Christie e, se me permitam o trocadilho, em “Uma dose mortal” a autora soube dosar tudo muito bem.

A mocinha cujo namorado não é bem aceito, o viúvo rico e o ex-espião são alguns dos personagens que a autora une nessa trama onde nada é o que parece ser. Eu ainda me impressiono com a habilidade de Agatha Christie de levar o leitor para um caminho durante o livro inteiro e quando chegar lá no final dizer: “Não, não seu bobinho. Não é por aí é por aqui.” E lá vai você para o lado oposto onde tudo faz sentido. Em “Uma Dose Mortal” ela apresenta uma trama bem articulada para fã nenhum botar defeito e reveste de mistérios intrigantes crimes de natureza simples.

Esse foi uma daqueles livros em que eu consegui captar cada uma das pistas que a autora nos deixa. Identifiquei cada coisinha que estava errada e que levaram à solução do caso, mas ainda assim não fui capaz de juntá-las e resolver o enigma. Se você nunca leu Agatha Christie deve estar pensando: “Puxa, que burrinha.”, mas se você já leu, sabe muito bem do que eu estou falando. Não fui eu que fui burra, Agatha é que foi esperta demais. Ela e, claro, o grande Hercule Poirot.

O livro tem ainda a participação do Inspetor Japp da Scotland Yard, um personagem menos conhecido da obra de Agatha, mas que em alguns livros acompanha Poirot. Claro que o inspetor não se compara ao excêntrico detetive, mas é sempre legal ver a interação desses dois personagens.

Agatha Christie era um poço de artimanhas e uma dose da autora nunca é demais. E quanto mais mortal ela for, melhor.



Título: Uma Dose Mortal
Autora: Agatha Christie

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11/01/2023

Review: Morte na Praia - Agatha Christie

Morte na Praia Morte na Praia by Agatha Christie
My rating: 5 of 5 stars



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AGATHA CHRISTIE NA AMAZON: LIVROS


De volta à Agatha Christie e dando continuidade aos desafios: 2023, ler AC e continuar a seguir a ordem cronológica.

Não tenho certeza se já havia lido o livro, mas já tinha assistido ao episódio do seriado. Curioso que ao assistir o seriado fixei melhor o culpado, fica a dica: quem quiser depois de ler os livros, ver o seriado Poirot (ainda não cheguei à Miss Marple) vai ficar encantado com a produção e fidelidade aos livros.

Esse livro é o que eu chamaria de "Clássico da Agatha", pois tem todos os elementos que mostram o POR QUE ela é mestra nos livros policiais.

Algumas vezes flagro alguém querendo criar algo como "quem é quem" que iniciou o Gênero detetivesco, sim, percebo muitas coisas de Conan Doyle na Agatha, mas vamos combinar? ela tornou nossos detetives "comuns".

Mas não vou falar de Sherlock ou Poirot, vou compartilhar uma resenha feita em 2014 em que esse livro foi a primeira opção do leitor.

Gosto de compartilhar "iniciantes", pois eles passam a emoção que senti quando me deparei com o meu primeiro livro da AC (no meu caso foi "Um Gato entre os Pombos", que li em 1980 e reli em 2022 - muito bom ver como observamos o mundo.
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quarta-feira, 11 de junho de 2014
#Resenha de Ygo: "Morte na Praia"
http://ymaia.blogspot.com
* Publicado originalmente em 1940.

# A história

Um lugar paradisíaco é palco de um terrível assassinato. Arlena Stuart, uma bela ex-atriz, é encontrada morta na beira da praia. Próximo dali, o detetive Hercule Poirot estava hospedado em um hotel para aproveitar suas férias, mas teve que abrir mão do descanso para solucionar o crime.

Arlena também era hóspede daquele hotel. Ela costumava acordar tarde para o café da manhã, porém, naquele dia, ela saiu bem cedo. Tudo indicava que iria se encontrar com alguém e não queria ser descoberta.

Quando o detetive deu início às investigações, se deparou com uma extensa lista de suspeitos. Inclusive, ele supôs que as razões que levaram ao homicídio poderiam ter relação direta com a personalidade da vítima.

O marido, o amante, a enteada, algum outro hóspede que conheceu Arlena no passado, ou até uma possível máfia que estivesse rondando o hotel e a eliminou porque estava no lugar errado, na hora errada. Quem teria matado a ex-atriz? Todas as possibilidades eram analisadas com muito cuidado. Os álibis eram muito convincentes. Além disso, uma série de pistas falsas é colocada no caminho de Hercule Poirot.

# Opinião

“Morte na Praia” foi o primeiro livro da Agatha Christie que eu li. Simpatizei logo de cara com a sua narrativa e com o detetive Hercule Poirot. Foi com essa leitura que eu me tornei fã do gênero policial e compreendi o que fez da autora uma “Rainha do Crime”.

Desde as primeiras páginas, o terreno é preparado para nos familiarizarmos com os personagens. Agatha apresenta sucintamente as características de cada um deles e, a partir das pistas que ela vai dando, é possível formular teorias – que não são poucas – sobre o assassinato de Arlena Stuart.

Com um lugar paradisíaco, um crime intrigante e vários suspeitos, eu me vi completamente envolvido com a história. É um livro para ser lido com muita atenção, pois todos os detalhes são importantes para a resolução do mistério. Quando Poirot revelou como ocorreu o assassinato, fiquei bastante surpreso. Foi tudo muito bem planejado.

Quando terminei de ler esse livro, eu fiz a releitura de algumas páginas e percebi o quanto fui desatento em trechos essenciais para descobrir a identidade do assassino. Apesar de ter sido “enganado” pela autora (fato que posteriormente vi como algo normal quando se trata de Agatha Christie), eu adorei o livro e recomendo.





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09/01/2023

Review: A Pedra da Lua - Wilkie Collins

A Pedra da Lua A Pedra da Lua by Wilkie Collins
My rating: 5 of 5 stars



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Olá!

Esse livro faz parte do meu desafio de leitura de 2023. Foi sugerido em um dos grupos que faço parte aqui do GOODREADS e como foi comentado sobre ser, possivelmente, "O PAI DOS LIVROS POLICIAIS E DE MISTÈRIO", não me fiz de rogada e fui lá conferir, pois sou da turma que gosto de "ver a origem das coisas" e não me decepcionei.

É um livro grande, cheio de narrações e "testemunhas" do mistério, um enredo intrincado, que realmente se resolve a menos de 2 capítulos do final.

Recomendo, para quem como eu, lê Agatha e Conan Doyle, pois fica bem claro as influências que cada um recebeu de Wilkie... apreciem.

Escolhi a resenha a seguir, pois o Mateus Leme descreve bem as emoções que se passa em quem se aventura pelas páginas de "Pedra da Lua".


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“A Pedra da Lua”: uma excelente surpresa por Mateus Leme 
https://bibliotecabasica.wordpress.com/

Contrariando os pessimistas de plantão, algumas vezes parece que a vida decide presentear-nos com surpresas agradáveis. Pode ser um restaurante excelente e barato que descobrimos por acaso em uma cidade do interior, algo que dá inesperadamente mais certo do que deveria, ou mesmo alguém que conhecemos em uma circunstância improvável e que acaba tornando-se um grande amigo. Fui recentemente vítima de um desses mimos do universo, que me pôs nas mãos um livro extraordinário: A Pedra da Lua, de Wilkie Collins. Depois de lê-lo, sinto que tenho o dever de gratidão de ajudar a divulgá-lo, pelo menos com uma resenha.

É provável que vocês nunca tenham ouvido falar sobre William Wilkie Collins. Eu leio um bocado e também nunca tinha ouvido. Na verdade, nem lembro muito bem como é que este título foi parar na minha lista de livros para ler, nem como foi que o selecionei meio ao acaso para ser o próximo que leria. Mas é algo que agradeço à minha boa estrela, pois foi uma das melhores escolhas que fiz neste ano.

Wilkie Collins não é um autor novo. Viveu na Inglaterra na segunda metade do século XIX. Quando fui investigar, descobri que era um dos maiores amigos de Dickens, e que ambos influenciaram muito um ao outro. Foi o bastante para deixar-me interessado, e resolvi dar uma chance para o livro.

A Pedra da Lua não é — como o nome poderia sugerir — nenhuma história de ficção científica. Pelo contrário, é provavelmente o primeiro romance policial dos tempos modernos, precedendo em quase 20 anos Conan Doyle e seu Sherlock Holmes. A Pedra da Lua do título é na verdade um enorme diamante indiano, outrora usado em um culto a Chandra, o deus da Lua — daí o nome — e guardado constantemente por três sacerdotes. Algumas décadas antes dos eventos narrados no livro, o diamante foi roubado durante uma batalha por um oficial inglês e levado para a Inglaterra. O livro conta a história de como o fatídico diamante foi deixado em herança para Rachel Verinder, a sobrinha deste oficial, e como de repente a joia desaparece, em circunstâncias misteriosas.

A partir daí, o mistério vai pouco a pouco sendo revelado, ao longo de mais de 400 páginas, nas quais o autor consegue manter uma extraordinária sensação de suspense constante.

O ritmo do livro é excelente. Cada descoberta leva o seu tempo, e revela apenas uma parte minúscula da verdade, de modo que o leitor vai construindo a trama aos poucos em sua cabeça, mas sem se cansar. É quase comprido demais, mas não ultrapassa o limite: quando parece que você vai começar a cansar, surge uma informação nova e reacende o interesse. Este é um autêntico mérito do autor, considerando o tipo de história de que se trata. Mesmo grandes escritores policiais posteriores raramente fizeram uso de textos tão longos.

O texto torna-se ainda mais interessante pela curiosa alternância de narradores. Para narrar a história, Collins faz com que diversos personagens escrevam seus relatos individuais sobre os acontecimentos, cada um com seu estilo próprio. Assim, temos figuras marcantes como o velho mordomo Gabriel Betteredge, com suas impagáveis — e bastante dickensianas — considerações sobre a vida e sua curiosa devoção quase mística por Robinson Crusoé — que ele consulta como se fosse o quinto Evangelho —; Drusila Clack, a prima pobre dos Verinder, evangélica fanática e incansável; o melancólico e misterioso Dr. Jennings, e muitos outros.

Enfim, como dizia no começo, este é um livro relativamente desconhecido. Mas acredito que merece ser incluído em uma lista de biblioteca básica: primeiro, pela antiguidade do autor e seu relacionamento próximo com Dickens; depois, pelo interesse que lhe cabe por ser o primeiro romance policial da era moderna; e por último, e como razão mais importante, porque é de fato muito bom: você não vai se arrepender!

Acrescento um comentário de Lívia: Considero A Pedra da Lua um livro fascinante em vários aspectos que vão muito além do enredo (o qual e fascinante também). Gostei das suas considerações sobre a alternância de narradores. Eu costumo chamar Wilkie Collins de “o rei da primeira pessoa” porque ele sempre apresenta suas personagens em suas próprias vozes, na primeira pessoa. E seja a pessoa um mordomo excêntrico, um advogado sisudo, uma moca da alta sociedade ou a evangélica fanática Drusila Clack, a primeira pessoa de Wilkie Collins é sempre convincente. Na minha opinião escrever em primeira pessoa e extremamente difícil, pois o autor tem de se despir do seu “eu” e vestir completamente o eu da personagem. Isso não é para qualquer um, e tarefa para um mestre, para Wilkie Collins. Do mesmo autor, gosto muito de "A Mulher de Branco" porque tem elementos sobrenaturais. Esse romance também foi todo escrito em primeira pessoa e e considerado a obra-prima de Wilkie Collins. Se não me engano, esse tipo de literatura era chamada na época vitoriana de “sensation novel” e fez muito, mas muito sucesso. O Segredo de Lady Audley, de Mary Elizabeth Braddon, talvez seja a “sensation novel” que tenha feito mais sucesso na época, um verdadeiro best-seller vitoriano.


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29/12/2022

Fase Medo - NÃO QUERO FAZER CIRURGIA BARIÁTRICA!

 

107 Kg - dia 23/12/2022

Vou começar AGORA - AGORINHA - minha nova jornada com meus desafios. emagrecer e cuidar do relacionamento (postagem inicial em 23/12/2022)

Os demais: desenho, cuidar da casa já está em andamento... 
Bora começar o plano para 2023 com fé e coragem...

 

Ainda não defini meu destino, mas, decidi voltar ao Pense Magro.. achei o vídeo acima e tenho o Livro, tenho VP em casa, tenho todas as facas e queijos na mão.. não posso desistir de mim.. não mesmo!

NÃO QUERO FAZER CIRURGIA BARIÁTRICA!

Para quem quer acompanhar as postagens do emagrecimento é em outro blog, pois é uma fase que me leva a postar mais vezes e ser mais intimistas..

Rô.. por hoje.. só Rô

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27/12/2022

#Read Christie 2023 #ReadChristie2023



Email recebido do Site www.agathachristie.com

Olá,

 

Muito obrigado pelo seu interesse no Read Christie 2023  - #ReadChristie2023.

 

Temos o prazer de anunciar que o novo desafio de leitura será revelado em 27 de dezembro, por meio de nosso boletim informativo por e-mail, mas queríamos dar a você uma vantagem!


Sinta-se à vontade para postar sobre o desafio a partir de 27 de dezembroCertifique-se de nos marcar em suas postagens no Instagram (somos @officialagathachristie ) e use #readchristie2023 para participar da conversa.

 

O postal estará disponível em exclusivo no nosso e-mail de boas-vindas e newsletter também a partir de 27 de dezembro. Ele irá ao ar em nosso site no final de janeiro. Por favor, não hospede sua própria versão digital do cartão em seu site, mas direcione outros participantes interessados ​​ao nosso site para recebê-lo.


Tá curioso? Aqui está o Site para Inscrição: www.agathachristie.com


Recebi em anexo o cartão-postal ultrassecreto do desafio para baixar ou imprimir* e vou começar a traçar seu ano de histórias de Christie. 


A sugestão é começarmos com Jealousy (Ciúmes) em janeiro lendo Sad Cypress  (Cipreste Triste)


Roseli aqui: Já li no desafio 22 e dezembro - aqui  - então posso ler as sugestões alternativas no site, vale a pena o desafio, me ajudou a ter um "norte" em 2022. Também fornecem muitas opções de leitura para cada categoria.

 

Não se esqueça de manter o postal em segredo até terça-feira, dia 27 de dezembro. 

Ordem dada, ordem seguida 👼


Divirta-se em 2023!

 

Desejo-lhe tudo de bom,

 

Sara

 

*Infelizmente, recebemos um volume tão grande de solicitações que não conseguimos enviar a todos os candidatos um cartão postal físico para o desafio.

 

 

Sarah Thrift
Agatha Christie Ltda

Gerente de Marketing Digital

 

www.agathachristie.com

 


Roseli Gomes

 

 


Personagem favorito: Miss Marple
Livro favorito: O Cavalo Amarelo


 

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Review: O Sinal dos Quatro - Arthur Conan Doyle

O Sinal dos Quatro
O Sinal dos Quatro by Arthur Conan Doyle
My rating: 5 of 5 stars






Olá!

Para esse ano (2022), acredito ser meu derradeiro livro para o desafio.
Dona de casa e trabalhar fora, na chegada da virada de ano, bem, muitas coisas para fazer.
Embora sejam livros de áudio, precisa focar para ouvir e estou de avião.

Vou usar a resenha de Silvana: http://www.revelandosentimentos.com.br/ , achei simples e direto ao ponto, lembrando que ele é extremamente fã de Conan Doyle...
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Nossa história, narrada por Dr. Watson, acompanha mais um caso peculiar: uma morte misteriosa e um roubo grandioso.

Certo dia, Holmes encontra-se entediado e deprimido, pois não tendo nenhum caso para resolver, o mesmo mergulhou na mais profunda melancolia. Watson, como sempre, se preocupa com a saúde do amigo, mas nada pode fazer para ajudar. Inesperadamente, ambos recebem a visita de uma meiga dama chamada Mary Morstan, que está preocupada com um bilhete recém-recebido. O aviso lhe pede que leve dois amigos consigo a um endereço informado e lhe promete fazer justiça.


A jovem, então, conta sobre suas desconfianças com relação ao recado: seu pai, Mr. Morstan, misteriosamente morto há dez anos, deixou-a completamente sozinha no mundo. Porém, um tempo depois de sua morte ela começou a receber pérolas raras por correio, de um destinatário desconhecido.
A dama desconfiava que a pessoa que lhe invejava o bilhete era a mesma pessoa que lhe invejava as pérolas.

Imediatamente a par dos acontecimentos, Holmes e Watson acompanham a jovem Mary ao intrigante encontro. Uma vez lá, a dama é influenciada pelo Sr. Thaddeus Sholto de que é dona de um tesouro exorbitante, o qual a deixará tão rica quanto a própria Rainha.

Sholto possui um irmão gêmeo, o qual está em posse de todo o dinheiro. Ambos herdaram todo o dinheiro de seu pai falecido, Major Sholto, que foi muito amigo do Sr. Morstan, pai da dama. Originalmente o tesouro permaneceu a ambos - Major Sholto e Mr. Morstan, mas devido à morte do último, o tesouro foi desfrutado somente pelo primeiro.

Chegando à casa do gêmeo de Thaddeus para que Mary pegue sua parte do tesouro, eles o encontram morto de uma forma assustadora, e o tesouro foi escondido.

São necessários então os conhecimentos incríveis de Sherlock Holmes para desvendar esse caso que parece muito óbvio para os precipitados, mas impossível de resolver para os cautelosos. Como sempre, Conan Doyle não deixa pontas soltas e nos esclareceu até os mínimos detalhes.

Watson serve de narrador para que nós, leigos na arte de ler como comprovativos, podemos entender exatamente como Holmes chega a todas as suas seis, pois como é mencionado na introdução do livro (aqui não cito literalmente): O leitor nunca será tão esperto quanto Holmes, mas também não será tão leigo quanto Watson.

Se você, assim como eu, é fã das aventuras do detetive mais famoso do mundo, não tenho dúvidas de que amará também essa história cheia de mistérios.

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21/12/2022

Review: A Aventura da Priory School - Arthur Conan Doyle

A Aventura da priory school A Aventura da priory school  ou o Sequestro do Pequeno Duque Sir Arthur Conan Doyle
My rating: 5 of 5 stars



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Comecei essa jornada de Conan Doyle por ter conhecido Sherlock Holmes há mais de 20 anos (em livro) e ADORAR filmes e séries que já assisto, quero também continuar a conhecer escritores de livros de mistérios e detetivescos.
Apesar de ler O Cão de Baskerville, não me lembro muito da forma de escrever de Conan, então "começar pelo começo" foi uma boa pedida!
O audio-book que escolhi apresentou mais 3 contos para serem apreciados, são eles:
- O pé do diabo
- O pequeno lord
- Os planos do Submarino

"Um Estudo em Vermelho" nos apresenta Watson, o início da amizade com Sherlock e um caso muito bom de se ler.
Não perderei a mania de colocar resenha de outros leitores, muito mais capazes e experientes que eu de fazer um "apanhado" de um conto ou livro sem ser cansativo ou entregar a estória toda.

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A "leitura" que fiz no áudio do "Pequeno Lorde" tem uma falha, falta a introdução do conto, onde o Diretor da Priory School Dr. Thorneycroft Huxtable, implora a Holmes que volte a Mackleton com ele para investigar o desaparecimento de um de seus alunos, Lord Saltire, de dez anos, cujo pai é o riquíssimo e famoso Duque de Holdernesse. Huxtable explica que não só o menino desapareceu, mas também o mestre alemão, Heidegger, junto com sua bicicleta.
Uma vez no Norte, o duque diz a Holmes que não acha que sua ex- esposa tenha algo a ver com o desaparecimento de seu filho, nem houve um pedido de resgate. Holmes estabelece que o menino e seus sequestradores não poderiam ter usado a estrada próxima sem serem vistos, sugerindo que eles atravessassem o país. Como que para confirmar isso, a polícia encontra o bônus escolar do menino na posse de alguns cigarros. Eles juram que simplesmente o encontraram na charneca, mas a polícia os prende.
(continuação do resumo com spoller aqui: https://en.wikipedia.org/wiki/The_Adv... )

O fato de mudarem o nome do conto e reduzirem a introdução foi quase impossível identificar o texto, mas como prometido, fiz minha pesquisa e passo para vocês o resumo)




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20/12/2022

Review: Os Planos do Submarino Bruce-Partington - Arthur Conan Doyle

Os Planos do Submarino Bruce-Partington / O Pé do Diabo / A Caixa de Papelão Os Planos do Submarino Bruce-Partington / O Pé do Diabo / A Caixa de Papelão by Arthur Conan Doyle
My rating: 5 of 5 stars

Como disse no "Estudo em Vermelho", li esse conto no mesmo livro.

Resenha de https://resumodelivro.wordpress.com/
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Os Planos do Submarino

“Eu sabia que por algo interessante, Holmes referia-se a algo de interessa criminal. Havia a notícia de uma revolução, de uma possível guerra e de uma iminente mudança de governo, mas isso não alcançava o horizonte de interesse de meu companheiro.”

A segunda aparição do irmão de Holmes, chamado Mycroft. Dessa vez, Mycroft procura pelo seu irmão pois ele, como alto membro do governo inglês, não pode se envolver abertamente no caso. E é um caso gravíssimo: um jovem funcionário do Arsenal Woolwich, Arthur West, é encontrado morto na linha férrea. Em seu paletó são encontrados as plantas de construção do submarino Bruce-Partington, a mais moderna arma naval jamais pensada. O mais estarrecedor é que estão faltando 3 das 10 partes, exatamente as partes mais importantes.

Trata-se de um problema internacional de suma gravidade que você tem de resolver. Por que West retirou os papéis? Onde forma parar os documentos desaparecidos? Como ele morreu? Como o cadáver chegou aonde foi encontrado? Como se pode consertar o malfeito? Descubra respostas para todas essas perguntas e terá prestado um serviço a seu país.

Holmes começa a sua investigação pelo corpo: uma grande ferida na cabeça, mas sem sangue no local onde foi encontrado. Sem bilhetes de passagens. sem testemunhas. Mas como ele foi encontrado na saída de um túnel, em uma curva onde há uma interseção com outra linha, Holmes supõe que ele estava em cima do vagão, e com o solavanco seu corpo caiu onde foi encontrado. Mas quem o havia assassinado e por que ele estava com os papéis ainda era uma incógnita.

Uma das mais notáveis características de Sherlock Holmes era o poder de lançar o cérebro fora de ação e transferir todos os pensamentos para coisas mais amenas sempre que se convencia de que não mais podia trabalhar com proveito.

Seguindo pistas fornecidas por Mycroft, Holmes descobre que um dos espiões ingleses saiu recentemente do país. Ligando os pontos, o detetive descobre que o irmão do chefe do Departamento de Submarinos, James Walter, vendeu os papéis para o espião, e repassou parte do valor recebido para West. Mas diante da insegurança de West em entregar as plantas, James Walter o assassina e o coloca sobre o vagão, no momento em que este fazia uma parada rápida próxima a uma janela, antes de entrar na estação. Holmes e Watson fecham o cerco e conseguem capturar James West e colocar a polícia francesa no encalço do espião inglês.



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